Ontem eu sonhei algo assim: final de Copa do Mundo haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaja coração, torcida brasileira! e o jogo seria na rua (!!!), fazendo recordar os tempos de criança. Estavam lá os escretes de França e Itália, prontos para a peleja que decidiria quem levantaria a gostosona na Taça de Campeão do Mundo de Futebol. Começa a escalação, e o time da França vêm com uma supresa: este que vos escreve.
Sim! No escrete dos fedidos, com sei lá que número de camisa, estava Júlio César, em companhia de Zidane (quem fizer piada com a cabeçada de Zidane e a cabeçorra do Imperador, não é original), Ribéry, Henry, Viera, Thuram. Todo mundo uniformizado, conforme o figurino, prontos para começar a partida. Só não lembro em que rua era, mas deveria ser alemã (só faltava sonhar que o gol era o Portão de Brandeburgo!).
Então segue o jogo até que Zizou, sem treta com Materazzi, faz um passe milimétrico para este. Domino na área, tiro Buffon do lance e coloco a pelota no fundo do gol para correr pro abraço, gritando para a torcida:
- Allons enfants de la Patrie…
Então a França era campeã do mundo com um gol meu.
Daí eu acordei, sem ter comido a Juliete Binoche. E com uma puta dor nas costas por conta do futebol de domingo, mas com a plena certeza que eu deveria parar de jogar bola antes de dormir. E de ficar sóbrio no domingo.
