Jesus Kid - Lourenço MutarelliMay 7, 2007 8:00 pm

A Dona Morte anda aprontando alguma coisa. Não é possível que, no espaço de uma semana, Boris Yeltsin e o Doutor Enéas Carneiro tenham ido desta para aquela outra assim, sem nenhuma explicação plausível.

Trecho para viagem surreal deste que vos fala: imagino que quando chega a hora, A Morte, como qualquer funcionária pública, vem de prancheta na mão para preencher um simples formulário. Sabe como é, morre gente pra Diabo, e o Hômi não deve ter cabeça para guardar tudo. Nem o Google tem, cazzo! Pois bem, chega lá A Magrela, tira a tampa da ponta da foice, olha para aquele senhor mirrado, tadinho, e lasca a pergunta:

- Nome, por favor?
- MEU NOME É ENÉAS!

A Morte quase morre, porque o velhinho era foda com esse negócio do nome.

Voltando à vaca fria, ou melhor, ao presunto, vale lembrar que ela, A Morte, já tem por lá o Jânio e, creio, o Figueiredo também. Pô, ele disse para o esquecermos, então eu nunca lembro se o Figa morreu ou não. Tem ainda o Covas, o Reagan, o Kruschev. Tem político engraçado pra diabo (com trocadilhos, por favor) lá.

Aí você diz, "pô Júlio, mas eles estavam fazendo hora extra no mundo!". Não posso deixar de concordar: o Boris bebia mais álcool do que todos os carros Lada do planeta e o Enéas era mais frágil do que o joelho do Pedrinho, do Santos. Mas mesmo assim, o ACM taí, ô tum, tum, bate coração e o coração do homem não bate. Mesmo assim ele ainda viveu para poder contar que já viu o Suplicy cantando "Um homem na estrada" em uma sessão parlamentar. Ou o Malufão, que come todo dia aquele raio daquela kafta e não bate as botas mais cedo. Sem contar o Jader, que já se entupiu de rã (pescou? Pescou?) e não foi embora.

Mas a grande merda é que quando políticos como o Boris ou o Enéas morrem, todas as suas convenções vão por água abaixo. Eu, por exemplo, que desde bobo militava pelos comunas, que sonhava com a volta da União Soviética e o escambau, deveria vibrar com a morte do Yeltsin, mas não consegui, como pode ser visto alguns escritos abaixo. Com o Doutor Enéas então, nazi de carteirinha e famoso pelo projeto da bomba atômica, eu deveria ter aquele tipo de asco que temos, o mundo todo, pelo chopp Germânia ou pela Telefonica. Mas, ao contrário, fico só aqui pensando que todo esse pessoal de programa de ajuda, tipo AA e que tais, nunca mais deveria proferir as palavras "meu nome é", uma vez que para tal, só existe um nome: Enéas.

E as perguntas não querem calar: o que será de Malek agora? Morreu Enéas por conta de uma olhada no espelho durante o pós-barba? Será que a traição de Dona Havanir, que deixou para trás nosso pobre Gollum e se bandeou para os lados do Serra Vampiro Brasileiro, acabou com o fio de vida que segurava Enéas? Cadê o Oliver Stone numa hora dessas?

Jesus Kid - Lourenço Mutarelli 4:38 pm

A me taggeou (tem verbo?), ou seja, me colocou numa listas de cabras marcados para morrer pessoas que devem listar sete esquisitices sobre si mesmas. Eu devo ter 237 à mão, mas vou mandar só as sete para não assustá-los:

1 - Eu como salsicha crua. Sempre que bate uma vontade absurda eu compro um pacote de salsichas, daqueles com seis, e as como cruas, do jeito que vieram ao mundo. Para piorar, meu estômago agüenta. Devo ter uma família de bolivianos morando nos meu aparelho digestivo. Não perguntem por onde eles entraram, seus incautos!

2 - Eu tenho medo da Björk. Mas não é um medo qualquer. Eu não consigo ver videoclipes, ouvir as músicas, ver entrevistas, filmes, enfim, qualquer merda com a islandesa. Se encontro na rua, acho que corro até a Groelândia.

3 - Eu não leio livros do Garcia-Marquez até o fim. No melhor deles, Ninguém escreve ao Coronel, fiz questão de parar na última página. Não gosto do velhinho, meu santo não bate com o dele. Por que diabos vou ler algo que ele escreve, mesmo sendo bom, até o final? Eu sou coerente, oras!

4 - Sempre que entro no banheiro, peço a todas as entidades religiosas para que o terceiro mictório, da esquerda para a direita, esteja livre. Se não tiver, e a vontade for muito grande, eu faço em outro. Mas depois volto e o uso o terceiro, da esquerda para a direita.

5 - Sempre que o Corinthians joga, principalmente em finais, e eu acompanho o jogo de casa, eu nunca visto o manto sagrado para acompanhar a partida. Na final do Mundial de 200, contra o Vasco, deixei a camisa lá, na gaveta. Quando o Marcelinho foi bater o penâlti, peguei a camisa, confiante. O corinthiano perdeu o penâlti e quase que perdemos o título para o Vasco. Com tradição, não se brinca.

6 - Não gosto de celebrações em lugares temáticos. A história e o cinema nos mostra que uma festa ao pé do Krakatoa tem tudo para dar errado.

7 - Elaboro diálogos sobre situações que estão por vir. Não posso estar sozinho na rua que começo a imaginar os que as pessoas me dirão e o que tenho que responder. E quase sempre faço isso em voz alta. Talvez seja uma forma mais pomposa de contar que eu falo sozinho, mas enfim.

Para responder a este questionário vou taggear (tem verbo?) a Lelê, o Junior (hauahauhauahuahau!) e o Tiago.

Jesus Kid - Lourenço MutarelliMay 4, 2007 2:54 pm

Se você achava que a coisa mais engraçada que o Senador Eduardo Suplicy já fez foi, depois de comer a Marta, dividir a mesa do café da manhã com Supla, a ex-prefeita, João Suplicy e os peitos de Maria Paula, é porque você não viu isso ainda:

Clique nesse link apenas no banheiro, pois você vai se mijar de rir!

Suplicy no lugar do Mano Brown, porque é vida loca, mano!

Jesus Kid - Lourenço MutarelliMay 3, 2007 4:24 pm

Na minha lista pessoal de coisas estúpidas para se fazer, festa em barcos (é, isso mesmo, barcos, quase botes) atinge 98.2 pontos na Escala Não vai dar certo, em uma contagem que vai de 0 (ver a namorada, jogar Playstation 2) a 100 (jogar um tijolo para o alto e calcular a probabilidade dele não cair na sua cabeça, escalar o Marinho e o Gustavo como zagueiros). Ok, não podemos deixar de levar em conta que eu sou um cagalhão profissional. Mas como disse certa vez o Seinfeld, ninguém nunca viu um peixe dirigindo um carro, então porque diabos vamos nós mergulhar, guiar um barco ou mesmo abraçar um tubarão branco no Caribe para aparecer na National Geografic?

Pois bem, a Rapha avisou e a Mô confirmou que haverá uma festa em um barco (isso mesmo, quase um bote!) dia nove do próximo mês, lá no Rio. Estarei por lá, afinal de contas é aniversário da Mô e mimimimimi Dia dos Namorados (data a qual, vale nota, eu passo sozinho desde sei lá quando). Ao ser avisado que eu estou convidado, expliquei para a Mô que festas em barco não podem dar certo. Será que ninguém aprendeu as lições com Poseidon e Titanic? Tá lá todo mundo no rega-bofe, maior festança, e de repente um iceberg ou uma onda tomam de assalto tudo, e não há prosecco que nos dê forças para lutar contra a sábia Natureza, que foi muito clara quando nos fez sem nadadeiras, guelras e que, principalmente, nos deu um sistema respiratório que combina tanto com água quanto uma festa combina com barcos.

Sem contar que há sempre um esperto que, cheio de biritas na cabeça, resolve pular na água, esperando o nosso famoso tubarão branco, aquele que devorou Robert Shawn inteiro, arrancar metade do seu corpo enquanto a outra metade será degustada pelo Kraken, aquele polvo-gigante que devorou o Capitão Jack Sparrow.

Bom era quando as festas tinham como a coisa mais perigosa música da Bonnie Tyler, ponche sem álcool e saia balonê. Daqui a pouco as pessoas farão a festa rapel, a festa do bondinho do Pão de Açúcar e talvez, para que eu não vá de forma nenhuma, a festa do "traga seu rato de estimação". Para a festa do quindim ou da Erdinger grátis ninguém me convida.

Jesus Kid - Lourenço MutarelliMay 2, 2007 6:32 pm

O meu irmão, sempre que vê uma matéria sobre crise nos aeroportos, atraso de vôos e o escambau, acha isso o máximo. Segundo ele, rico não sofre, portanto pau na lomba deles se avião atrasa ou não. ele quer mais é que o jet-set se aventure pela Dutra.

Ok, há alguns furos na teoria dele. Desde quando o Constantino Junior entrou na aviação, eu imagino o dia em que poderei ir para o Rio pagando a passagem de avião com Bilhete Único. É capaz ainda de ter direito a quatro integrações em duas horas, como é fato com quem toma ônibus em Sampa. O homem virou uma espécie de Samuel Klein do céu: deixa Francisco e os filhos irem do Oiapoque ao Chuí por cinquenta mangos. Sem contar que você ganha Maxi Goiabinha na faixa, e no ônibus você tem de pagar, quando dá sorte de encontrar algum ambulante dentro.

Voltando a referência ao meu irmão, eis que este que vos fala, que sempre repete "o Inferno chegou na Vila Madalena" em alusão à penúria dos ricos nos aeroportos, fodeu-se bonito graças à São Pedro nesta última sexta-feira, quando foi buscar sua pequena amada em Congonhas. "Ah, mas foi buscar de carro. Se atrasou, tirou uma pestana por lá". Leia de novo que eu sou addicted no Bilhete Único, por favor.

Na sexta a besta-mor foi trabalhar sem blusa. O outono aqui em Sampa é tal qual música do Vivaldi. Você sai no inverno, almoça no verão, desce para fumar um cigarrinho no outono, volta a trabalhar na primavera e vai dormir no inverno. Isso, igual ao filme do Kar-Wai. É um carai mesmo. E lá estava esse ser esperto, oito horas da noite, tomando uma bela de uma Serra Malte no bar, já imaginando que a Mônica chegaria as onze e a noite seria toda nossa. "Vôo atrasa, mas nem tanto. Rico não é conformista", pensei.

Duas cervejas depois, lá estou no saguão. Sono e frio começam a bater. As duas cervejas também. Encosto a cabeça na mala que carregava (e uma enxurrada de piadas sobre o tamanho da mala surge) e espero pacientemente. Adormeço. Acordo meio zureta, com cachaça nas idéias. Até aí, o saguão era quente, e alguém com camisa manga curta era capaz de sobreviver ali por dias. Pena que um alguém de camisa, o único daquela porra, é uma chaminé e precisava fumar um cigarro.

Lá pelas dez, resolvi tomar um café e uma Coca. Podia ter também tomado pó de guaraná, Red Bull e mais qualquer outra coisa alucinógena. Seriam os primeiros dos cinco que tomei. Parecia a Doris atrás do gato no final da noite/começo do dia. A Mô me informa:

- O vôo vai demorar lindo. Acho que umas três horas. Vai pra casa.
- Não amor, eu espero o tempo que for necessário. E mais quinze minutos.

Onze horas, fumar outro cigarro. Outra Coca. Saio e o vento da Sibéria castiga os comunistas dissidentes. Juro, eu vi um quadro do Stálin e alguém falando que eu era um desertor. O Inferno era gelado e o capeta usava capacete da OAS. Pelo menos lá não cai.

Deu meia noite e, tal qual a Cinderella, eu ia virar abóbora. Nada com feitiços, é a maldita cadeira do aeroporto. Se você passar mais de duas horas sentado naquela desgraça, vai acabar virando uma abóbora. Ou vai torcer para ser uma. Enfim, consegui cochilar até meia noite e quarenta. Acordei pensando que já tinha passado do ponto de ônibus e me perguntei porque diabos estava no saguão de Congonhas. Começava a delirar.

Lá pelas duas eu vagava pelo aeroporto tal qual alma penada. Tinha lido 70 páginas de Matadouro 5, do Kurt Vonnegut, e escutado Notorius pela 28ª vez. As três e meia da manhã ela chegou, vinda de Guarulhos. Teve o dobro da minha noite terrível, e ainda apareceu no Jornal do SBT. Eu esperaria três dias e mais tempo, se fosse necessário. De lá, fomos dormir as sete da manhã. Ela, pelo fuso-horário do vôo Tóquio - Sampa. Eu, por ter tomado dois litros de Coca e meio de café. Até que é legal ver o Itaim pegando fogo.

Jesus Kid - Lourenço MutarelliApril 27, 2007 1:01 pm

- Lênin! Lênin!
- Que é, Bigode?
- O Pudim chegou!
- O Putin?
- Não pô, o Pudim!
- Tá brincando? Ele desceu?
- Claro pô, o cara foi presidente de Soviete e o escambau!
- Puta merda! Manquitola, pega sua cadeira e chama o Cachaça, que hoje vai ter uma briga de copo das boas.

- Pois não, senhor?
- Yeltsin, Boris.
- O senhor já foi lá para cima?
- Já. Lá não aceitam comunistas.
- Mas o senhor contou…
- Contei. Mas por causa do Putin, não fui redimido.
- Ok, siga reto até a ala vermelha.

- Ô, Camarada Yeltsin, nô? Terno marrotado, nô? Quer passar na tintulalia, nô?
- Não, Mao. Cadê o pessoal da Rússia?
- Ô, lussos tão ali ó, pelto de Churchiro e do Rooseverto.
- Que eles tão fazendo com esses caras?
- Ô, sei não. Vai yakissoba? Viagem longa nô? Rerógio de bom procedença, quer levar?

- Hahahahahahaha, esse Boris!
- Mas é Lênin, juro. Falei mal dos jornalistas americanos e o Clinton riu afudê.
- E vem cá, teve um pessoal que desceu e contou pro Bigode que você acabou com a porra toda da URSS, é vero?
- Ah, não lembro direito. Eu sei que eu subi em uns tanques e me deram vodca. Depois fui na Praça Vermelha, me deram mais vodca. Aí, numa ressaca brava da porra, coloquei o Putin no meu lugar.
- Porra, o Putin?
- É Bigode…
- Que merda, porque você não comprou um Eparema?
- Ah, não tinha. Escuta, aquele ali é o?
- É, ele mesmo.
- Mas ele fica assim?
- Isso mesmo. Vai correr atrás de empregadinhas por toda a eternidade.
- E pensar que já fizemos propaganda dele.
- Pois é, Bigode.
- Pior, propaganda do Capital!
- Puta livro chato da porra!
- Que nada. Dá uma ótima soleira de porta.

Jesus Kid - Lourenço MutarelliApril 26, 2007 1:32 pm

O Luz Câmera Post, assim como o Boris Yeltsin, morreu. Não será enterrado no cemitério de Novodevichy ao lado do Prokofiev, Maiakóvski, Kruchev e, lamentando muito, Enseinstein. Sabem como é, ele gostava do Encouraçado Potenkim, achava um filme do povo e tal. Bom, eu achava o Lula do povo, mas alguém pode ter se enganado na história toda.

Sendo o Luz um blog morto (preguiça de logar, de buscar fotos, de dar notas), eu vou falar sobre o Motoqueiros Selvagens (Wild Hogs) por aqui. Não gostou? Acha uma merda? Vá ler o Luz Câmera Post então, cazzo!

Pois bem, temos John Travolta, Martin Lawrence, William H. Macy e Tim Allen como senhores de meia-idade que gostam de dar uma volta em suas Harleys e tomar umas cervejas para relembrar o quanto era bom quando não existia a osteoporose, a família e o trabalho. Até que um dia John…

Espera, o que estou falando? Tem o Tim Allen! Que diabos, a melhor coisa que o Tim Allen fez foi dublar o Buzz Lightyear em Toy Story. No mais, ele é conhecido pela insonsa série Meu Papai é Noel, que deve ser um dos piores títulos de filme em toda a história. Se não é, pelo menos é o mais infame.

Enfim, com Tim Allen no elenco, o road-movie que poderia virar uma espécie de Férias Frustradas sobre duas rodas acaba por ter aquelas mensagens edificantes sobre a amizade e patati e patatá. Não chega a estragar demais o filme, que tem suas partes mais engraçadas, por mais incrível que isso possa parecer, em William H. Macy e seu flerte com o humor pastelão. Se por um acaso você sofre de Alzheimer, tal qual este que vos escreve, Macy interpretou dois personagens fabulosos: o senador de Vermont Ortolan Finesterre em Obrigado por Fumar e, putaquemepariucomrodinhas, Jerry Lundegaard, o vendedor de carros endividado que trama o sequestro da esposa em Fargo, aquela obra-prima dos irmãos Coen.

Mesmo assim, e mesmo com Marisa Tomei, Ray Liotta e Peter Fonda dando uma força no elenco, Motoqueiros Selvagens é uma boa para Sessão da Tarde. Talvez, se tivessemos Chevy Chase ou Ed O’Neill (mais conhecido como Al Bundy) no lugar de Tim Allen e Eddie Murphy ou Samuel L. Jackson substituindo Martin Lawrence, em um filme dirigido pelo John Landis, a coisa andaria mais. Talvez até virasse um Sem Destino com humor.

Para ver: com paciência e sem o cérebro.
Vale: meia-entrada. Se o cara cobrar inteira, diga que você é um dos Abutres.
Nota: de zero a dez, seis. De cem a duzentos, 148. Entre cinco e dez feijões, não traga toucinho que não rende.

Jesus Kid - Lourenço MutarelliApril 20, 2007 9:30 pm

De todos os órgãos já criados por governos desde que o mundo é mundo e tem o diabo da democracia com seus ministérios, congressos, secretarias e afins, talvez a recém-nascida Secretaria de Ações a Longo Prazo seja a mais cretina já vista em toda a história da humanidade.

Convenhamos, por mais que seja forrada de boas inteções e mesmo que realize um milagre e dê um norte para o país, ter no nome o "a Longo Prazo" fode mais do que colocar o nome de filha de Cicciolina. Imagina você se alguém passa uma ligação telefônica sua para uma área com esse nome? Você tem plena certeza de que vai escutar toda a programação da Alpha FM, porque o diabo da secretaria leva o nome de "a Longo Prazo". Sem contar que isso dá margem para criação do Ministério dos Sambistas Diabéticos e a Agência Nacional do Transporte com Eqüinos. Problemas no Cindacta rural? Nada que o ministro Zé Melão não resolva!

Eu mesmo acho que deveria ser criado o Ministério da Alessandra Negrini. Aquela mulher não pode estar com o Otto ainda, pelo amor das armas da República! É preciso intervenção nacional, estado de sítio, essa coisa toda. É pelo bem da nação, poxa! Não pega bem mostrar uma coisa dessas para o mundo. Do contrário nós, os homens brasileiros, seremos motivos de riso nas reuniões da ONU.

Puta que o pariu, eu é quem deveria mandar nessa porra toda!

*siacha*