E Parabéns...June 11, 2007 4:08 pm

Comemoração de aniversário da Mônica é igual a sol em livro de ficção científica: tem logo três. Não que ela não mereça, pelo contrário. Eu mesmo, se pudesse, faria festa para ela todo dia, com bolo, brigadeiro, petiscos mil e Serra Malte pra molecada, Coca-Cola para as crianças. E muitos, muitos presentes.

Hoje é aniversário dela, a coisa mais querida que já me aconteceu. Que me completa, que me deixa babão, que me mata de saudades e me enche de vida quando nos encontramos. Aquela moça que na Outs ficou conversando comigo, não ligando para o fato de eu ter milhares de blogs, de estar com um paletó bizarro e com uma camisa pólo azul bebê vergonhosa. Que me dá bronca de maneira gostosa e, melhor ainda, fica de mimimimi comigo sem cansar das infâmias, da rasgação de seda e da quantidade de açúcar que derramamos entre beijos e abraços e "eu te amo", coisa de dizimar todos os diabéticos do mundo. Ou de fazer a maior caipirinha já vista, se tiver limões e cachaça suficientes.

Bobeira falar que hoje é seu dia, Mô, porque todo dia é dia de Mônica. Pelo menos para mim, que ando respirando você, pensando você, vendo tudo em Mônica assim como o Neo via aquelas letrinhas verdes do Matrix. Parabéns minha linda, Mônica, paz, saúde, amor, dinheiro, Serramalte, quindim, O Império Contra-ataca, enfim, todas as coisas maravilhosas do mundo para você. Bem te amo um montão e é bonzão, querida!

PS: Ela me deu o livro do Norman Mailer, O Super-homem vai ao supermercado! Ela é a coisa mais linda do Universo! Nham!

E Parabéns...November 21, 2006 3:41 pm

Há coisa de o quê, menos de um ano atrás, eu estava no banheiro de um bar. Inventaram um jogo, tinham baralho, tinha cachaça. Eu tinha um pedaço de torta do Pão de Açúcar no estômago e nada na cabeça. Acredite, não ter nada numa cabeçorra dessas é o mesmo que comprar toda a Amazônia, mandar aterrar e fazer um Centro de Estudos da Blogsfera, a ser inaugurado por Lula e FHC, mãozinhas dadas e tal.

Pois bem, nesse dia do banheiro, poucas, porém valentes, pessoas desbravariam o recinto em busca dos meus restos mortais. Das três que foram, duas tinham entrada cativa, seja por serem alcóolatras, tal qual eu, seja por carregarem o membro masculino (por menor que seja, segundo me contam na Avenida Paulista). A última, a mais impossível dadas todas as possibilidades, entra de inopino, afaga meus suados e ralos cabelos e pergunta:

- Chulio, tá tudo bem?

Desde então, estava, está e sempre estará, navegando pelos tempos verbais. Lilhoca, nossa querida advogada, rompeu todo e qualquer laço que poderia nos separar. Sejam minhas piadas infames sobre um caso antigo sela, seja o fato dela ter mentido lindamente que sabia imitar o Darth Vader. Desde a entrada triunfal no banheiro masculino, que eu não pude acompanhar por forças maiores e alcoólicas, até as pizzadas, os papos no boteco, os filmes e fotos bizarros que queimarão para sempre nosso filme, as piadas de humor crioulo politicamente corretas e o fato dela ter dormitado ao lado do palhaço do fast food, ali, naquele banheiro, nasceu uma amizade que nem o tempo abala. Afinal de contas não é todo dia que você vê um planeta orbitando uma privada e resolve, mesmo assim, continuar conversando com o corpo celeste. Melhor, a cabeça celeste.

Mas eu sei que ainda tem mais por vir. Nos seu quarto de século recém completado, Lilhoca há ainda de fazer muito por nossa alegria, como faz todo dia. Nos trará orgulho quando passar na prova da Ordem e for Ministra do STF, usando aquele coque que a Ellen Gracie usa e fazendo com que blogueiros de urls megalomaníacas paguem um pau absurdo para A Ministra. Ou quando for eleita a franja indie mais foda do Hemisfério Sul, indo buscar o título no Hemisfério Norte. Ou quando vencer o Campeonato Mundial de Mario Kart com três voltas de vantagem sobre o segundo colocado, Takeshi Morotawa, um moleque de doze anos que era o maior mother fucker ever no jogo até então. Ou quando plantar sua árvore, escrever seu livro e dar um duplo twist carpado nos braços do Cristo Redentor. Enfim, Lilhoca, nossa advogada, será sempre motivo de orgulho. Porque todo dia, seja por uma mensagem engraçada, seja por uma confissão que haveria de virar texto bem escrito, seja pelo fato de pegar gente esquisita só para virar história em mesa de bar, nos brinda com a sua alegria e seu humor afro-brasileirão.

E por essas, e muitas outras, que eu agradeço o velho dela por ter largado o Atari por uns instantes. O que seria de nós sem Lilhoca?

Parabéns Ovelhinha. E sê feliz, pois tu merece bagaraleo!

E Parabéns...October 9, 2006 4:47 pm

Provavelmente o próximo aniversário da Lelê será na Paulista, com disputa acirrada por grandes multinacionais, além de pequenas e médias empresas, na busca incessante por um patrocínio, seja pela Brahma, seja pela Erdinger. Mas já fica avisado que o Milton Neves não entra.

É sempre um evento descomunal. Teve um no Atlanta, certa vez, que reuniu comunistas, liberais, corinthianos, palmeirenses, homem, mulher, gregos, troianos, humanos e quiçá até desumanos. Nesse dia eu pensei que o ápice da surpresa tinha chegado, que dali não haveria mais como ficar boquiaberto com um aniversário da Lelê. Então veio o sambão de sexta-feira.

Pedrão, que também comemorava mais um ano de vida, é daqueles marxistas com barba e tudo o mais que ser vermelhinho pede. O Figueiredo, se visse uma foto dele, diria "isso é um adorador do Diabo"; já Carlos Lacerda suspiraria de saudades do Partidão. Então a Lelê me avisou:

- Julião, vai ter sambão na sexta com o Clube do Dendê, uns amigos do Pedrão.
- Marxismo e samba?
- Olha quem fala, o cara que lê Marx no McDonalds.

E o Partidão alto rolou solto noite afora, sem deixar o samba morrer, muito menos acabar. Tinhamos Marx, Fukuyama, Rosa Luxemburgo, Che, Trótsky. Não, o Trótsky não sambou pois doía a cabeça. A Praça Vermelha caiu no ziriguidum, Fidel sambando e tombando com o copo de rum na mão, Mao e Smith fazendo o cavaco chorar. Liberais, apolíticos, xiitas, sunitas e juro que, no alto da embriaguez, vi o Kofi Annan num canto chorando de inveja a união entre os povos tão diversos por meio de tãn-tãns, pandeiros e afins.

E da sexta o samba foi para o sábado, onde poucas horas de sono antecederam a segunda comemoração, desta vez churrasco com Cartola, Luiz Melodia, Buena Vista, futebol, cerveja, criançada correndo, marmanjada voltando a ser criança, sendo que alguns nunca deixaram de ser. E a Lelê lá, rindo conosco, falando com todos, multiplicando-se e sendo única. Porque ser amigo da Lelê é algo único, daqueles que todo o dinheiro do capitalismo não compra e que a ideologia comunista que adere aos sambódromos não declara como improdutivo. Como bem disse Marx, certa vez, "deustchland Lelê kaiser führer, eintratch ich wolfgang wolfsburg", que vem a ser "com a Lelê é assim, comunista faz samba, capitalista rebola e o pagode vai até o sol raiar". Sabia muito esse rapaz, antes do Capital.

Parabéns mana, pela décima oitava vez, e trata de ser feliz porque ninguém nesse mundo merece tanto isso quanto você!

E Parabéns...September 8, 2006 6:46 pm

Na hora do aperto, no calor de um fato a ser posto em texto, sempre há a possibilidade de erros, ou de não se alcançar a magnitude do momento. Exemplo, um jornalista abaixo do WTC quando da queda das torres possivelmente não narrou com a elegância textual que o momento pedia. Mesmo porque, deve ter caído muitos tijolos na testa dele.

Fato é que, ainda hoje, eu não consigo narrar com a presteza que se pede o aniversário que a Blogagi organizou. Talvez seja o modus operandi da surpresa. Quem sabe foi o ineditismo da coisa (que será entendido mais a frente). Talvez seja o pós-álcool, se bem que isso é mais motivo de inspiração. Para isso, talvez seja útil recorrer à clássicos, figuras de linguagem e que tais, para chegar, no máximo, à um por cento do foda que foi o Sete de Setembro deste ano.

Então, tal qual Homero, eu ouvi o canto das ninfas, sereias a entoarem que o menáge era iminente. Saí de Ítaca (atual Pirituba), rumo as ilhas, ainda perguntando a Athena o que me aguardava. Talvez moinhos de vento, talvez um papo a beira da cama com Mefistófeles as himself. Athena tentou me avisar que seria o , mas encontrar o Zé no Caribe seria o fim da picada.

E com as ninfas entoando os cânticos, fomos ao Caribe. Não, nada de piratas. Rum, acho que tinha. Caribe é um motel da Zona Oeste de Sampa. Tal qual Vírgilio e Dante, as ninfas avisavam que o Inferno já passou e tudo era Paraíso agora. Te segura, Beatriz!

Pois bem, no Caribe, ainda recorrendo aos clássicos, a atuação da atendente foi digna de uma Ingrid Bergman no final de Casablanca. Exalando competência, ela quase me fez chorar com tamanha cara de pau em não rir. "O que? O cara do vídeo da punheta, chegando no motel com duas mulheres?" Eu, no lugar dela, daria uma daquelas risadas que só a Glenn Close sabe.

E lá fui eu explorar o recinto. Dois milagres: primeiro, eu não fui direto no frigobar. Segundo, eu estava vestido. Athena, sempre ela, me livra de algumas situações um tanto embaraçosas, como uma foto de cuecas em fotolog alheio. Abri uma porta e a monga o Zé saiu de roupão, assim como Zé Gutão, acompanhado de Gabi, Carol e Eric. Entoavam o cântico de outro ser aquático não mitólogico, que as vezes pode ser degustado só uma vez:

- VOU COMER TEU CU, TEU CU!

Pois é, em rio de japonês, baiacu infla… =S

PS: não dá mesmo para narrar de forma decente o quão maravilhoso, engraçado, foda, do caraleo e demais adjetivos foi a surpresa preparada pela patota. Eu tentei chegar perto e, como pode ser visto acima, não deu nem meio por cento. Da mesma forma que não dá para agradecer em porcas linhas deste lugar o tamanho do carinho tanto dos narrados acima quanto do Miltin, que chegou tarde no Caribe e foi o primeiro a dormir (estranho, estranho, hehehehehehe), da Lelezoca, que ligou às seis da manhã para dar parabéns e, talvez, avisar que meu rim estava na banheira do motel, de Dona Rose, Seu Fausto, Luquinhas e Rodrigo, já intitulados como "família dois" por este, Bia, que deixou scrap mesmo tendo motivos para querer me esganar (desculpas queridona, depois te explico) do pessoal que deixou scrap no orkut, amizades oriundas de faculdade, escola, blog e demais lugares profanos, da Helozita, que ligou à uma da madrugada, retornando uma ligação que eu havia retornado (é, compliquei tudo), mamãe, irmãos e sobrinhos, que me agüentam 365 dias por ano, Claudinha, que cumpriu o prometido e não ligou, Daygo, que gastou um interurbano e ainda queria saber sobre Deuses Gregos, Fê, que também gastou um interurbano, enfim, a tudo e a todos os mais sinceros agradecimentos por cada dia mais foda que o outro. E chega de ser emo! =P

PS2: Gabi me deu A BLUSA comunista mais linda que meu olhinhos maoiístas já viram. Sem dúvida, divide o topo da lista dos presentes fodas junto com a BMX Superstar, o box do Star Wars e o taco de sinuca mais famoso do mundo, Darth Vader, presentes de outros aniversários. Além disso ganhei o Almanaque Anos 80, que segundo Alê eu obedecerei tanto quanto os neoliberais obedecem o Consenso de Washington, ou uma dessas cartilhas imperalistas e blábláblá. Balzacas, tremei! A Lilhoca me disse que vai rolar um presente manufaturado. E que é de argila. Deve ser uma das coisas que ela aprendeu quando viajou pela América Latina em busca do Pablo Escobar comunismo. E Junior, obrigado, mas obrigado mesmo, Obrigado por fumar!

E Parabéns...August 30, 2006 2:06 pm

Esperávamos diversas situações para a manhã de hoje, manhã esta onde quase, eu disse quase, todo mundo (não é, Eric?) acordou cedo, cientes da missão de importunar acordar a Gabi para dar-lhe os parabéns pelos 29 anos (porém com uma cútis de debutante, minha gente) de vida.

Exemplo: poderíamos chegar lá e descobrir que ela esconde um harém no armário, com 37 homens entre caucasianos, negros e chineses. Ou descobrir que a Gabi tem um tórrido caso de amor lésbico com uma ruiva de 1,70 metro que atende pela alcunha de Gostosa e fotografa para sites pornôs lésbicos como ninguém.

Poderíamos ainda descobrir que sim, ela acorda com o bom humor no teto, já maquiada e com um vestido da Zara. Ou que realmente a Gabi não dorme, pois estaria com o som no último volume, irritando vizinhos que, por conseguinte, irritariam o porteiro guatemalteco (ou de qualquer outro país subdesenvolvido que não o Brasil) e este choraria na ONU por uma intervenção pacífica.

Então munidos de um café da manhã nababesco selecionado por Alê Félix, (nababesco mesmo, capaz de alegrar o mais cético dos famintos na África), de DVD’s do Tarantino com uma caixa lindamente confeccionada pela Lilhoca, chocolates suíços suecos finlandeses belgas selecionados pelo Junior, fotos de homem pelado levadas pelo Daygo, conference call de sono e risos gentilmente cedido pela Lelê e atraso do Eric, lá fomos nós encontrar Ana Gabriela de juba (desvia da pedrada) e uma cara de:

- CARALEOS, E A VIDA SEXUAL DE VOCÊS?

Aí ela lembrou que a maioria tinha blog, e que vida sexual e blog não dá nem rima.

E cantamos parabéns, desejamos felicidades, aquela coisa toda das efémerides. No fim, creio que não conseguimos fazer um aniversário à altura dos 1,60 metro da Lôra, figura magnífica que faz o povo se reunir num sábado às 11 horas da noite, com 11 graus de temperatura, para assar carne na laje alheia. Ou que convida o povo para ensinar o Eric, sempre atrasado, a andar de bicicleta. Ou que ensina a ler novos gêneros literários enquanto faz ponto cruz. Ou mesmo que faz guerra de travesseiros com a Lilhoca e a Carol e manda fotos para os amigos desfrutarem. Também pudera, se ultrapassássemos todas as virtudes da aniversariante, teríamos de trazer o Canavarro pelado. E eu não sei se o Real Madrid liberaria. Não sem uma módica quantia: metade do PIB brasileiro.

Mas eu sei que não conseguimos porque não tinha a Gabi organizando junto. Se a figura participasse do evento, ela acordaria com dançarinas francesas, meia seleção da Itália e muito, muito chocolate. Tudo isso, é claro, devidamente enfileirado em ordem alfabética. E o Eric chegaria as seis da manhã, conforme combinado. Porque ela bate forte, no melhor estilo Rocky Balboa.

Parabéns Gabi. E no ano que vem, comemoraremos com um sarau de Balzac, certo?
*desvia da bomba nuclear*

E Parabéns...July 24, 2006 5:33 pm

Eric Van der Ley é um blogueiro famoso por ter furtado o nariz da Esfinge de Gizé. Sim, aquilo que ele usa para respirar é quase tão discreto quanto um Corsa amarelo e tem a eficiência de um mega tubo de oxigênio. No sábado passado o "nariz em forma de guri" comemorou 24 22 Vote Afif! anos de respiração perigosa declarando a todos que seu apelido quando infante (ou melhor, quando ele tinha um metro de altura, contra os 1,10 metro atuais) era Pelúcia, e que gostaria muito que passássemos a chamá-lo de Lúcia mas isso não vêm ao caso. O que vem ao caso é que a patota e demais convidados foi reunida para comemorar o aniversário do Nariz no Atlanta, fazendo de tudo até suruba, menos jogar sinuca.

O Atlanta é o Reino dos Céus com vinte e nove mesas de bilhar e bolas belgas. Babem. E mesmo assim até café nós tomamos e bocha jogamos. Mas sinuca mesmo, foram cinco partidas e olhe lá. Aliás, as cinco últimas partidas por lá, pois destruimos o mezanino com chapéus de festa, resto de bolo e línguas de sogra. Sem contar que esquecemos de pagar a stripper e ela resolveu trabalhar por conta própria no ambiente para pagar o táxi de volta (uma grande mentira, pois a maioria das pessoas presentes eram blogueiros e a última stripper que qualquer blogueiro ali presente viu estava no Duke Nukem). Fracassada a idéia de sinuca, fomos ao Franz decidir o futuro da humanidade enquanto tomavamos café, porque somos losers, eu digo, blogueiros. Também decidimos de vez que precisávamos descabaçar o Eric.

Nosso intéprido aniversariante já fez muitas merdas coisas na vida. Já quebrou o braço de forma bizarra, já entrou para a Máfia dos Camelôs de Sampa e já teve uma conversa quente (heh) com uma pessoa de, pasmem, João Pessoa (me confundi, o João era a Pessoa?). Porém, a besta com o nariz do tamanho do Empire State nunca havia feito uma coisa na vida: andar de bicicleta.

"Que fracassado" dirá o astuto leitor, não sem razão. Afinal de contas andar de bicicleta é parte integrante da vida de 11 em cada 10 seres humanos. Eu sempre suspeitei que aquela nazza era alienígena, sempre.

Logo decidimos que era hora de fazer o Eric sentar no selim pois com certeza ele gostaria e pedalar, então eu, a tri-atleta e campeã olímpica de volta no quarteirão, Gabi, Alê Félix e um amigo dela, Roberto, fomos rumo ao Villa Lobos para ver o Eric sofrer uma fratura exposta ou fazer tremer metade de São Paulo caindo de nariz.

Assim que montou na magrela, Eric parecia o finado Papa João Paulo II: orava feito um louco para não cair e tremia mais do que a zaga do Corinthians quando vê a bola. Rezava fervorosamente para que a energia acabasse, um ataque cardíaco fulminante me levasse embora ou para que um concurso de melhor top less ever começasse no parque, dispersando toda a atenção e comoção dos presentes por momento tão solene, que comentavam a perfomance:

- Olha, um risoles numa bicicleta!

- Manhê, navio não anda só no mar?

- Paiê, tucano pedala? 

- Mas que aerodinâmica tem aquela bicicleta, hein?

Horas depois, e sem nenhum machucado aparente, Eric concluiu seu curso de direção ofensiva com louvor: atropelhou duas velhinhas, uma criança, um anão besuntado e três portugueses, um novo recorde no Carmaggedon. Além disso, ainda perdeu na corrida para um bêbado, fumante e octoblogueiro, no caso este que vos escreve. Espero que, apesar de tudo, tenha sido um bom aniversário para ele. E que ele não apareça aqui com comentários do tipo:

- Pô, minha bunda está doendo.

Mesmo porque, isso não seria um début na vida dele, segundo me dizem fontes fidedignas.

Parabéns narigudo, e que aquelas coisas que se desejam em aniversários venham duas vezes maiores do que o empadão que você carrega no lugar do nariz.