Comemoração de aniversário da Mônica é igual a sol em livro de ficção científica: tem logo três. Não que ela não mereça, pelo contrário. Eu mesmo, se pudesse, faria festa para ela todo dia, com bolo, brigadeiro, petiscos mil e Serra Malte pra molecada, Coca-Cola para as crianças. E muitos, muitos presentes.

Hoje é aniversário dela, a coisa mais querida que já me aconteceu. Que me completa, que me deixa babão, que me mata de saudades e me enche de vida quando nos encontramos. Aquela moça que na Outs ficou conversando comigo, não ligando para o fato de eu ter milhares de blogs, de estar com um paletó bizarro e com uma camisa pólo azul bebê vergonhosa. Que me dá bronca de maneira gostosa e, melhor ainda, fica de mimimimi comigo sem cansar das infâmias, da rasgação de seda e da quantidade de açúcar que derramamos entre beijos e abraços e "eu te amo", coisa de dizimar todos os diabéticos do mundo. Ou de fazer a maior caipirinha já vista, se tiver limões e cachaça suficientes.

Bobeira falar que hoje é seu dia, Mô, porque todo dia é dia de Mônica. Pelo menos para mim, que ando respirando você, pensando você, vendo tudo em Mônica assim como o Neo via aquelas letrinhas verdes do Matrix. Parabéns minha linda, Mônica, paz, saúde, amor, dinheiro, Serramalte, quindim, O Império Contra-ataca, enfim, todas as coisas maravilhosas do mundo para você. Bem te amo um montão e é bonzão, querida!

PS: Ela me deu o livro do Norman Mailer, O Super-homem vai ao supermercado! Ela é a coisa mais linda do Universo! Nham!