Por enquanto de cara feia. Há uma ditadura ferrenha, mode Stálin on, operando no blogger, com ajuda do servidor do trabalho e forças ocultas dazelite. Portanto, este que vos escreve quase sempre precisava recorrer aos santos salvadores (como esse cara, ou então essa mulher, às vezes essa mulher aqui, ou então essa mulher aqui e, quando o desespero era demais, eu recorria ao nariz) dos posts perdidos.

Graças à propina paga para o séquito do Grande Brodá, consegui escapar de lá, depois de chafurdar na lama por 25.413 jardas com uma bala de .38 alojada e muito bem na cabeça. Cheguei a este oásis onde tudo é permitido até beijar você no escuro do cinema quando ninguém nos vê/eu sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco…

Antes que isso vire uma música do Bigode, trata-se das boas vindas do Imperador para a verdade escondida num copo de vinho. Ou de cerveja. Ou de Capelinha, 51, Velho Barreiro, Espírito de Minas. Vodca, uísque, álcool Zulu, acetona. Que se foda o esmalte dos dentes.

E que atire a primeira pedra quem nunca abandonou um blog. Hein? Hein?